O Museu Nacional de Enfermagem (MuNEAN) recebeu, no último dia 29 de janeiro de 2026, a abertura da exposição “Mandalas: arte, cura e renascimento”, da enfermeira e artista Maria Julia Lemos. O evento, realizado no Centro Histórico de Salvador, reuniu profissionais da saúde, representantes de instituições culturais e admiradores da arte, que prestigiaram uma tarde marcada por sensibilidade e reflexão.
A experiência da abertura
Durante a vernissage, os visitantes puderam contemplar mandalas criadas com diferentes técnicas e paletas de cores, cada uma trazendo uma proposta de equilíbrio e renovação interior. A exposição propõe uma imersão profunda na intersecção entre a estética terapêutica e o cuidado em saúde, explorando o simbolismo das mandalas como instrumentos de equilíbrio e renovação humana.
O conselheiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), James Francisco, ressaltou a importância da iniciativa: “O MuNEAN reafirma, com esta exposição, que a Enfermagem não se limita ao cuidado técnico. Ela também se conecta à arte, à espiritualidade e ao bem-estar. É uma forma de mostrar que cuidar é, sobretudo, promover vida e renascimento”.
Maria Julia Lemos destacou que sua produção busca traduzir em formas e cores a possibilidade de um encontro interno, oferecendo à arte um papel terapêutico e transformador. Ela emocionou o público ao compartilhar sua visão sobre o trabalho: “Cada mandala que criei é um convite ao reencontro consigo mesmo. Acredito que a arte pode ser um caminho para a cura emocional, e ver essas obras ganhando vida no MuNEAN é uma realização que me toca profundamente”, reflete.
“Com essa exposição, o MuNEAN demonstra seu papel como espaço de valorização da enfermagem e da cultura, oferecendo experiências que ultrapassam os limites da contemplação artística e se tornam também práticas de cura simbólica e renascimento emocional”, avalia o diretor Claúdio Porto.
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