
A Câmara Técnica de Enfermagem em Saúde do Neonato e da Criança realizou, no dia 26 de março, em Florianópolis, uma oficina voltada ao manejo prático da amamentação, reunindo profissionais de Enfermagem que atuam em maternidades de Santa Catarina. A atividade integrou a programação de trabalho do grupo e teve como foco a qualificação da assistência prestada a mães e recém-nascidos.
No período da manhã, os participantes acompanharam uma abordagem teórica com destaque para a Resolução Cofen 736/2024, que atualiza as diretrizes sobre a implementação do Processo de Enfermagem nos serviços de saúde. Além disso, foram trabalhadas estratégias de aconselhamento durante a consulta de Enfermagem, com foco na escuta qualificada, acolhimento e orientação efetiva às pacientes.
Já no período da tarde, os profissionais participaram de uma atividade prática estruturada em cinco estações temáticas. Utilizando materiais realistas que simulam o corpo humano, os participantes foram divididos em grupos e passaram cerca de 20 minutos em cada estação, promovendo uma experiência dinâmica e imersiva. As estações abordaram:
- Como o leite vai do peito para o bebê;
- Pega e posição correta;
- Como retirar o leite materno;
- Traumas mamilares;
- Questões relacionadas à saúde da mãe e do bebê.
A proposta permitiu que os profissionais aplicassem, na prática, os conhecimentos adquiridos, fortalecendo habilidades essenciais para o cuidado no contexto da amamentação.
Para a presidente do Coren-SC, Maristela Assumpção Azevedo, a oficina reforça o compromisso com a qualificação da Enfermagem. “Essa oficina é fundamental porque alia conhecimento técnico e prática, preparando os profissionais para atuarem com mais segurança e sensibilidade no cuidado às mães e aos recém-nascidos. Investir em capacitação é investir diretamente na qualidade da assistência”, destacou.
A coordenadora da Câmara Técnica, Ivone Amazonas Marques Abolnik, ressaltou a metodologia adotada na atividade. “A proposta foi trabalhar com uma metodologia ‘mão na massa’, em que os profissionais vivenciam situações reais do dia a dia. Isso facilita o aprendizado, fortalece a troca de experiências e contribui para uma atuação mais qualificada na prática assistencial”, explicou.
Fonte: Coren-SC



